"... não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar."
Bertold Brecht

5 de mai de 2015

Em 5.5.15 por Dr. Renan Marino     Comentários
Médico rio-pretense afirma que o remédio Proden pode ser usado na prevenção e no combate da dengue, com apenas algumas gotas ao dia. Segundo ele, se o medicamento fosse distribuído na rede pública, evitaria epidemias e casos graves da doença em todo o país. O número de casos de dengue vem aumentando drasticamente em todo o país. De janeiro até 18 de abril, 745,9 mil casos foram confirmados da doença em todo o Brasil. Em Rio Preto a situação também não é diferente, cerca de 2.989 pessoas já contraíram a doença.

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30 de abr de 2015

Em 30.4.15 por Dr. Renan Marino     Comentários
A dengue voltou com força. Só no primeiro trimestre deste ano, mais de 460 mil casos da doença foram registrados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. O aumento é de 240% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram registrados 135,3 mil casos da doença. Houve também aumento no número de mortes, que passou de 102 para 132. Há quem diga, porém, que o óbito decorrente da dengue seja “imoral”. É a opinião do médico homeopata e professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto, Renan Marino, criador da fórmula do único medicamento para dengue aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Há quase uma década, diferentes estados brasileiros desenvolvem experiências bem-sucedidas na prevenção e tratamento da dengue com o remédio desenvolvido por Marino. “Não se trata de uma vacina, mas um medicamento homeopático que tem a função de atenuar o quadro da doença”, esclarece o médico, que apresentou a fórmula pela primeira vez em um trabalho de mestrado em 2003.

O medicamento é composto de três componentes: eupatório (Eupatorium perfolatium), planta medicinal com ação analgésica que age nas dores no corpo típicas da dengue; fósforo, mineral que protege as funções hepáticas normalmente comprometidas pelo vírus, além de reduzir náuseas e vômitos; e um preparado do veneno de uma espécie de cascavel (Crotalus horridus), que tem forte ação anti-hemorrágica...

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23 de abr de 2015

Em 23.4.15 por Dr. Renan Marino     Comentários
Um estudo recente demonstrou que o paracetamol (Tylenol), popular remédio contra a dor, também pode tornar as pessoas insensíveis a emoções positivas e negativas. Em um experimento randomizado e controlado, 85 pessoas tomaram 1.100 miligramas de Tylenol ou um placebo. Uma hora depois, os pesquisadores apresentaram a eles 40 imagens em ordem aleatória. As imagens eram muito agradáveis (por exemplo, crianças rindo com gatinhos em um parque), neutras (um rolo de macarrão em cima de uma mesa) ou muito desagradáveis (um vaso sanitário cheio de excrementos). O estudo foi publicado online no periódico "Psychological Science".

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1 de jan de 2015

Em 1.1.15 por Dr. Renan Marino     Comentários
Um artigo publicado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) na revista científica Bulletin of the World Health Organization, editada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aponta para a necessidade de mudança nas estratégias de controle da dengue no Brasil. O estudo mostra que as medidas recomendadas pelo Programa Nacional de Controle da Dengue não foram suficientes para conter a disseminação do vírus tipo 4, detectado na cidade de Boa Vista, em Roraima, em 2010. “Analisamos uma situação em que todas as ações foram realizadas de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde, que segue as recomendações da Organização Panamericana de Saúde (Opas) e da OMS. Mesmo assim, o impacto sobre a infestação de mosquitosAedes aegypti foi pequeno. Esse é um exemplo contundente de que é preciso refletir sobre quais são as melhores práticas de controle”, afirma a pesquisadora do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC e uma das autoras do trabalho Denise Valle.

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23 de nov de 2014

Em 23.11.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
O vírus chikungunya deve se espalhar pelo país seguindo o padrão de disseminação da dengue, segundo infectologistas ouvidos pelo G1. No próximo verão, portanto, é provável que diferentes regiões do país tenham surtos simultâneos de dengue e chikungunya. Desde que chegou ao Brasil até o dia 25 de outubro o chikungunya já infectou 828 pessoas, de acordo com balanço mais recente do Ministério da Saúde.

O médico Carlos Roberto Brites Alves, da Sociedade Brasileira de Infectologia, lembra que os vetores das duas doenças são os mesmos: os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. “Temos dengue há mais de duas décadas e não conseguimos eliminar a infecção, pois não conseguimos eliminar os mosquitos. A chance de o chikungunya seguir um padrão semelhante de ocorrência é grande”, diz o especialista...

Clique aqui para ler a matéria completa no G1.

19 de out de 2014

Em 19.10.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vão soltar 10 mil mosquitos Aedes aegypti toda semana durante três ou quatro meses no bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Os mosquitos contêm a bactéria Wolbachia, que os impede de transmitir o vírus da dengue. O objetivo é substituir toda a população de mosquitos da região para reduzir os casos de infecção por dengue.

A liberação dos primeiros mosquitos aconteceu nesta quarta-feira (24). Desde 2012, a Fiocruz trabalha no projeto estudando bairros para a aplicação do método, avaliando a população de mosquitos desses bairros e promovendo cruzamentos dos mosquitos com Wolbachia com os mosquitos do Brasil em laboratório.

Os ovos de mosquito com a bactéria foram importados da Austrália, com autorização do Ibama.

A partir da seleção do bairro de Tubiacanga, a Fiocruz também começou a fazer um trabalho junto à população de esclarecimento sobre o projeto. Moreira conta que uma pesquisa foi feita com 30% da população de cerca de 3 mil habitantes do bairro para verificar o conhecimento que as pessoas tinham sobre a dengue e a opinião que faziam do projeto. 90% dos entrevistados disseram estar de acordo com a soltura dos mosquitos com Wolbachia na região.

Clique aqui para ler a matéria completa no G1.

6 de set de 2014

Em 6.9.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Acredite, a falta de educação muitas vezes termina em violência, roubos, assaltos, assassinatos, depressão, políticos com deficiência moral e altos níveis de corrupção, resultando em governos autoritários e em uma sociedade injusta e desigual.

Para resolver os problemas da Educação no Brasil é preciso mais que simplesmente aumentar o financiamento público, é preciso coragem para mudar o conteúdo programático que é voltado apenas para instrução formal, repetitiva, decorada, centrada no professor, abarrotando nossas crianças com uma enorme carga de conhecimentos meramente técnicos, inúteis para formação do intelecto e sem condições de desenvolver a crítica ou questionamentos.

Os alunos são encaixados em um modelo idealizado e não real, ou seja, não são levadas em conta as diferenças individuais no processo de ensino e aprendizagem, que na maioria das vezes está fora de sua realidade, no máximo com o objetivo de prepará-los para competir e ter um lugar no mercado de trabalho.

O processo educativo, que deve respeitar a complexidade da vida humana, só faz sentido se superar a fragmentação e reducionismo a que as sociedades ocidentais contemporâneas foram levadas. O paradigma da totalidade precisa se impor para dar vida ao corpo social, que deve ser o agente educador, começando pela própria família, pela responsabilidade das empresas em geral (que empregam pais e mães), pelo Estado provedor e pela Escola em si, que deve integrar incessantemente os alunos, onde nem a matéria e nem o professor são os centros e sim o aluno proativo e motivado. Neste modelo, cabe ao professor incentivar, organizar as atividades, orientar e adequar às capacidades individuais do grupo, ou seja, o professor não ensina, auxilia o aluno a aprender.

Desde o ensino fundamental e passando pelas escolas de 1º e 2º graus, o fio condutor de todo aprendizado transformador deve ser o pensamento ecológico e sistêmico, ensinando que a vida surgiu no planeta pela cooperação, parcerias e pela formação de redes, e não pela competição desagregadora e egocentrada.

Os novos tempos pedem uma retomada de curso, com a mudança para um conceito de Educação focada na integralidade corpo-mente-espírito, em sintonia com os desafios do século XXI, buscando a formação de indivíduos auto-conscientes, com compromisso moral, espírito de coletividade e verdadeiros cidadãos!

No modelo atual, ora vigente, uns poucos privilegiados sairão vencedores e uma multidão de infelizes carregarão suas frustrações pela vida afora, empobrecendo o futuro da nação...

É um modelo falido e perverso, que já deu tudo que tinha que dar. O próprio IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - que foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) para avaliar a qualidade da educação brasileira, retrata o cotidiano deste desastre ano após ano.

O processo educativo só acontece se existir amor e bom senso.

RENAN MARINO é professor da FAMERP-Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP

Assista os vídeos de Rubem Alves no programa Provocações sobre Educação.

Vídeo 1 - Vídeo 2
Vídeo 3 - Vídeo 4

31 de ago de 2014

Em 31.8.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
O pediatra homeopata Renan Marino, professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp) e mestre em Ciências da Saúde, também é presidente do Instituto Homeopático François Lamasson (IHFL), de Ribeirão Preto, que acaba de enviar sua contribuição para o combate à doença, com base na aplicação de um complexo homeopático que desenvolveu para combater a dengue, no Brasil. A esperança é que a doença seja contida o quanto antes.

“Encaminhei protocolo de tratamento da febre hemorrágica ebola a pedido da homeopata Altunay Agaoglu, presidente da Liga Medica Homeopática Internacional (LMHI), com objetivo de cooperação internacional e, por meio de colegas homeopatas da Alemanha, que estão em contato com o governo da Liberia, colocar o protocolo em prática na área ocidental da África, a mais atingida pela epidemia”, diz.

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RENAN MARINO é professor da FAMERP-Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP