"... não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar."
Bertold Brecht

23/11/2014

Em 23.11.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
O vírus chikungunya deve se espalhar pelo país seguindo o padrão de disseminação da dengue, segundo infectologistas ouvidos pelo G1. No próximo verão, portanto, é provável que diferentes regiões do país tenham surtos simultâneos de dengue e chikungunya. Desde que chegou ao Brasil até o dia 25 de outubro o chikungunya já infectou 828 pessoas, de acordo com balanço mais recente do Ministério da Saúde.

O médico Carlos Roberto Brites Alves, da Sociedade Brasileira de Infectologia, lembra que os vetores das duas doenças são os mesmos: os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. “Temos dengue há mais de duas décadas e não conseguimos eliminar a infecção, pois não conseguimos eliminar os mosquitos. A chance de o chikungunya seguir um padrão semelhante de ocorrência é grande”, diz o especialista...

Clique aqui para ler a matéria completa no G1.

19/10/2014

Em 19.10.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vão soltar 10 mil mosquitos Aedes aegypti toda semana durante três ou quatro meses no bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Os mosquitos contêm a bactéria Wolbachia, que os impede de transmitir o vírus da dengue. O objetivo é substituir toda a população de mosquitos da região para reduzir os casos de infecção por dengue.

A liberação dos primeiros mosquitos aconteceu nesta quarta-feira (24). Desde 2012, a Fiocruz trabalha no projeto estudando bairros para a aplicação do método, avaliando a população de mosquitos desses bairros e promovendo cruzamentos dos mosquitos com Wolbachia com os mosquitos do Brasil em laboratório.

Os ovos de mosquito com a bactéria foram importados da Austrália, com autorização do Ibama.

A partir da seleção do bairro de Tubiacanga, a Fiocruz também começou a fazer um trabalho junto à população de esclarecimento sobre o projeto. Moreira conta que uma pesquisa foi feita com 30% da população de cerca de 3 mil habitantes do bairro para verificar o conhecimento que as pessoas tinham sobre a dengue e a opinião que faziam do projeto. 90% dos entrevistados disseram estar de acordo com a soltura dos mosquitos com Wolbachia na região.

Clique aqui para ler a matéria completa no G1.

06/09/2014

Em 6.9.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Acredite, a falta de educação muitas vezes termina em violência, roubos, assaltos, assassinatos, depressão, políticos com deficiência moral e altos níveis de corrupção, resultando em governos autoritários e em uma sociedade injusta e desigual.

Para resolver os problemas da Educação no Brasil é preciso mais que simplesmente aumentar o financiamento público, é preciso coragem para mudar o conteúdo programático que é voltado apenas para instrução formal, repetitiva, decorada, centrada no professor, abarrotando nossas crianças com uma enorme carga de conhecimentos meramente técnicos, inúteis para formação do intelecto e sem condições de desenvolver a crítica ou questionamentos.

Os alunos são encaixados em um modelo idealizado e não real, ou seja, não são levadas em conta as diferenças individuais no processo de ensino e aprendizagem, que na maioria das vezes está fora de sua realidade, no máximo com o objetivo de prepará-los para competir e ter um lugar no mercado de trabalho.

O processo educativo, que deve respeitar a complexidade da vida humana, só faz sentido se superar a fragmentação e reducionismo a que as sociedades ocidentais contemporâneas foram levadas. O paradigma da totalidade precisa se impor para dar vida ao corpo social, que deve ser o agente educador, começando pela própria família, pela responsabilidade das empresas em geral (que empregam pais e mães), pelo Estado provedor e pela Escola em si, que deve integrar incessantemente os alunos, onde nem a matéria e nem o professor são os centros e sim o aluno proativo e motivado. Neste modelo, cabe ao professor incentivar, organizar as atividades, orientar e adequar às capacidades individuais do grupo, ou seja, o professor não ensina, auxilia o aluno a aprender.

Desde o ensino fundamental e passando pelas escolas de 1º e 2º graus, o fio condutor de todo aprendizado transformador deve ser o pensamento ecológico e sistêmico, ensinando que a vida surgiu no planeta pela cooperação, parcerias e pela formação de redes, e não pela competição desagregadora e egocentrada.

Os novos tempos pedem uma retomada de curso, com a mudança para um conceito de Educação focada na integralidade corpo-mente-espírito, em sintonia com os desafios do século XXI, buscando a formação de indivíduos auto-conscientes, com compromisso moral, espírito de coletividade e verdadeiros cidadãos!

No modelo atual, ora vigente, uns poucos privilegiados sairão vencedores e uma multidão de infelizes carregarão suas frustrações pela vida afora, empobrecendo o futuro da nação...

É um modelo falido e perverso, que já deu tudo que tinha que dar. O próprio IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - que foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) para avaliar a qualidade da educação brasileira, retrata o cotidiano deste desastre ano após ano.

O processo educativo só acontece se existir amor e bom senso.

RENAN MARINO é professor da FAMERP-Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP

Assista os vídeos de Rubem Alves no programa Provocações sobre Educação.

Vídeo 1 - Vídeo 2
Vídeo 3 - Vídeo 4

31/08/2014

Em 31.8.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
O pediatra homeopata Renan Marino, professor da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp) e mestre em Ciências da Saúde, também é presidente do Instituto Homeopático François Lamasson (IHFL), de Ribeirão Preto, que acaba de enviar sua contribuição para o combate à doença, com base na aplicação de um complexo homeopático que desenvolveu para combater a dengue, no Brasil. A esperança é que a doença seja contida o quanto antes.

“Encaminhei protocolo de tratamento da febre hemorrágica ebola a pedido da homeopata Altunay Agaoglu, presidente da Liga Medica Homeopática Internacional (LMHI), com objetivo de cooperação internacional e, por meio de colegas homeopatas da Alemanha, que estão em contato com o governo da Liberia, colocar o protocolo em prática na área ocidental da África, a mais atingida pela epidemia”, diz.

Clique aqui para ler a matéria completa no Diarioweb.

RENAN MARINO é professor da FAMERP-Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP


02/08/2014

Em 2.8.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Como especialista em epidemias proponho que a analogia com o sistema imunológico no organismo humano, seja o modelo para combater a grave epidemia narco-moral que assola o corpo social das cidades brasileiras. Somente desta maneira se colocaria um fim à calamidade do Crack & Afins, que degrada o caráter e transforma o homem em algo monstruoso e não-humano, e que segue financiando com vidas humanas a maioria das modalidades criminosas da atualidade.

Bastaria apenas coragem e determinação política para cumprir a constituição federal, instituindo o controle rigoroso e absoluto de nossas fronteiras por terra, água e ar. Com o foco correto na etiologia do problema, cortamos esta contagiosa enfermidade social pela raiz. É pura insensatez seguir enxugando gelo!

Com uma Polícia Federal aparelhada e valorizada profissionalmente e o Exército Nacional mobilizado por inteiro para este desafio, colocaríamos um fim a esta traiçoeira guerrilha urbana que vem destruindo lares, punindo inocentes, criando órfãos em profusão e matando cada vez mais e mais, aos milhares... Porquê será que uma análise tão simples e lógica deste câncer que hoje mata o Brasil, fica tão complicada para ser colocada em prática??!

Até porque não somos produtores de Coca!

RENAN MARINO é professor da FAMERP-Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP

27/07/2014

Em 27.7.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
A agência americana que regula fármacos quer que os consumidores saibam que tomar uma dose de acetaminofeno/ paracetamol maior do que a recomendada pode potencialmente causar sérios danos ao fígado ou mesmo morte.

Dentistas, rotineiramente, tratam de dor aguda dos pacientes. Em alguns casos, eles recomendam que os pacientes comecem a usar o acetaminofeno/ paracetamol vendido sem prescrição antes da consulta para o tratamento.

Acetaminofeno/ paracetamol é o nome genérico do ingrediente ativo de produtos vendidos sem prescrição como o Tylenol e de medicamentos vendidos com prescrição como o Vicodin e Percocet. O ingrediente é encontrado em mais de 600 remédios para alívio da dor e febre, gripes e resfriados, alergia e auxiliares do sono vendidos com ou sem prescrição, segundo a FDA.

Quando usado conforme as orientações, o medicamento é seguro e eficaz, mas "tomar ainda que só um pouquinho a mais do que o prescrito, ou usar mais do que um remédio que contenha acetaminofeno" pode ser fatal.

Clique aqui para ler a matéria completa.

21/04/2014

Em 21.4.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.

Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte, como explica o Francisco Guimarães, professor responsável pelo estudo.

— O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias.

03/03/2014

Em 3.3.14 por Dr. Renan Marino     Comentários
O índice de Breteau coletado pelo Departamento de Vigilância Ambiental de Rio Preto e divulgado ontem com os dados de janeiro está três vezes acima do nível considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados revelam que o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, está encontrando muitos criadouros para se reproduzir e reforçando a previsão da própria Secretaria de Saúde de que o município terá nova epidemia este ano. Fonte: Diarioweb.

Clique aqui para ler a matéria completa no Diarioweb.